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O comandante da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller Chaves, descartou, em entrevista ontem (25), a necessidade e possibilidade da presença da Força Nacional de Segurança aqui no estado. A medida acontece quando um governador, ou um ministro, requisita auxílio federal para conter atos que atentam contra a lei e a ordem e que perigam sair do controle das forças de segurança locais.

“Se não tivéssemos o controle da situação, eu seria o primeiro a redigir um documento ao governador João Azevêdo relatando a necessidade de buscarmos ajuda externa. Algo desnecessário, pois estamos com índices de violência dentro da realidade aceitável. Eles estão iguais, por exemplo, a janeiro de 2021. Existe um aumento insignificante no tocante aos delitos contra o patrimônio, mas nada fora do controle”, disse o comandante da PM paraibana.

O coronel pediu união de segmentos da sociedade civil e que eles descartem e rechacem qualquer movimento que atente contra a segurança do povo paraibano. “É preciso que a sociedade organizada, homens de responsabilidade pública e a imprensa, rechacem efetivamente qualquer extremismo e radicalismo que venha ferir o fundamento do papel da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e das instituições militares, que é proteger, servir e salvar os cidadãos que são nossos maiores comandantes”, afirmou Euller.

Euller também condenou aqueles que exploram e torcem para que ações marginais aconteçam e deixem a população paraibana tensa e apreensiva em relação aos atos e movimentos que acontecem e atentam contra o estado democrático de direito. “Não podem se deixar levar para um calabouço, de pessoas que são verdadeiros abutres, que festejam a inexistência de uma viatura na rua, que quando veem um disparo em uma praça pública, aterrorizam a população em redes sociais, e pessoas que vibram com o fogo de um ônibus achando que aquilo é bom para o alcance de seus objetivos pessoais, e talvez, dentro da concepção da montagem do palanque”, finalizou o comandante.

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