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O governador da Paraíba João Azevêdo (Cidadania) decidiu acatar a contraproposta dos militares e ampliou para 100% a incorporação da Bolsa Desempenho para ativos e inativos, mas ampliou de 36 para 48 meses o prazo para pagamento. Além disso, João decidiu manter os 10% de reajuste salarial e também aumentou o percentual do auxílio alimentação em 24%. Outra novidade é que o valor do plantão, para 12h, terá um acréscimo de 70% em dias normas e de 141% em datas especiais.

Segundo o gestor, a proposta ainda estipula que os plantões de 24h sejam encerrados para que nenhum militar tenha sobrecarga no trabalho.

Todas as propostas apresentadas para Polícia Militar automaticamente serão ampliadas para Polícia Civil e para Polícia Penal. Ainda segundo o governador, o governo também estuda reajuste para as demais categorias do Estado.

“Nós ouvimos as propostas que chegaram agora e conseguimos avançar ainda mais. Fizemos uma proposta de incorporação de 80%, a categoria apresentou uma contraproposta de 100% em 36 meses. Na contraproposta final apresentamos a proposta de 100% em 48 meses, além disso vamos manter os 10% de aumento e também vamos trabalhar o aumento no auxílio alimentação de 24%, além dos plantões extras, que terão uma aumento de 70% e nos dias especiais esse aumento será de 141%. Obviamente não terá mais nenhum plantão de 24h para nenhum policial. Ele só poderá dar o plantão de 12h para evitar o cansaço. Essa proposta será levada para as assembleias para que na segunda-feira de manhã possamos bater o martelo e enviar a lei para publicação. O mesmo tratamento será dado a Polícia Civil também. O Governo também está tratando para que todas as categorias sejam contempladas com benefícios”, disse João.

Participaram da reunião, coronel Sobreira (representante da Caixa Beneficente); coronel Francisco Assis (representante do Clube dos Oficiais e do Corpo de Bombeiros); coronel Maquir Alves (representante da Associação dos Inativos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros); cabo Eliane Santos (representante da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar); sargento Wellington Soares (representante do subtenente e sargentos da Polícia Militar); major Luiz Antônio (representante da Associação dos oficiais).

Também estiveram presentes os secretários Jean Francisco Nunes (Segurança e da Defesa Social); Marialvo Laureano (Fazenda); Gilmar Martins (Planejamento, Orçamento e Gestão); Jacqueline Gusmão (Administração); Sérgio Fonseca (Administração Penitenciária); Letácio Guedes (Controladoria Geral do Estado); coronel Euller Chaves (comandante da Polícia Militar); coronel Marcelo Araújo (comandante do Corpo de Bombeiros Militar); André Rabelo (delegado geral da Polícia Civil); e Fábio Andrade (procurador geral do estado), além do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino.

“A minha impressão é essa. Saímos de uma reunião em que conseguimos avançar muito. Alguns pontos não foram possíveis atender, mas avançamos em outros pontos. Estamos trazendo dignidade para quem vai para a reforma e isso permitirá que a gente sente daqui a 48 meses para debater subsídio”, destacou o governador.

Conforme o governador, apesar da tentativa de setores da oposição em criar instabilidade no tocante a segurança jurídica, ele assegurou que será realizado um acordo judicial que se estende a uma obrigação do Estado, não da pessoa física.

A próxima reunião com a categoria está agendada para as 8h da próxima segunda-feira (10), também na Granja Santana.

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