O OUTRO LADO: Batista nega agressão e censura a radialista


O radialista Batista de Andrade da Rádio Rua Nova FM, negou através de nota encaminhada ao Blog, que tenha agredido ou censurado o tambem radialista e assessor da prefeitura de Belem, João Moura. O episódio aconteceu na manhã de sexta-feira (11) e ganhou repercussão na mídia regional.

Veja a nota de Batista de Andrade na íntegra:
Senhor  Editor,
Em  face  de matéria publicada por  este  órgão de comunicação alusiva minha pessoa como protagonista  de uma  suposta  agressão verbal a um “radialista”  datada  de 11 de maio do corrente  ano ,  venho  com  fulcro  no Art. 2º §1º Lei 13.188/2015,  c/c o Art. 5º da CF/88 requerer a publicação do sagrado  direito de resposta a seguir:
Não em resposta a quem da imprensa se utilizou com a finalidade de macular a minha honra como cidadão e profissional do rádio em atividade a mais três décadas, e sim, em respeito à opinião pública, os amigos e milhares de ouvintes espalhados por todos os recantos da Paraíba.
Inicialmente devo dizer que apesar da minha indignação, a admiração conquistada ao longo do tempo com humildade honradez e respeito me fortalece e tranquiliza neste momento em face das acusações levianas patrocinadas por determinados elementos com a finalidade de agradarem os seus senhores.
Na ânsia de distorcer fatos, os referidos utilizaram-se de um vídeo público, ao seu bel prazer para criação de tal factoide, que tem como finalidade denegrir esse comunicador e consequentemente a Rádio Rua Nova FM, emissora que tem se constituído como a verdadeira voz dos excluídos, e que os sectários do mal, tentam a qualquer custo calar.
Acerca do ocorrido nesta sexta feira dia 11 de maio do ano em curso nos estúdio da emissora localizado no centro da cidade de Belém, e publicado na imprensa regional temos a dizer que:
Através do programa “Rádio ao Vivo” que apresento diariamente, veiculei uma denúncia postada no grupo WhatsApp da emissora, dando conta da indignação de um pai, pelo fato de ter sido impedido de adentrar com sua filha menor no Ginásio Municipal o “Xaviezão” onde ocorria uma festa alusiva ao dia das mães.
Como de praxe, e com base no bom jornalismo, veiculei sonora da outra parte da história, e das demais pessoas diretamente envolvidas no fato.
Ao concluir a matéria e tecer comentários, fiz apelo à compreensão em busca do consenso entre todos, visto se tratar de pessoas da comunidade onde deveria prevalecer o entendimento e afastamento de qualquer conotação politica partidária.
Antes de iniciar a terceira parte do programa, percebo adentrar ao estúdio o funcionário da Prefeitura de Belém o Senhor João Moura, que de imediato solicitou espaço no programa com a finalidade exercer direito de resposta por ter sido citado na reportagem pelo denunciante que alegou tê-lo encontrado o durante a trajetória, e lhe contado acerca do ocorrido. De imediato, indaguei  ao interlocutor se teria tido a sua honra atingida ou algo nesse sentido, o qual prontamente respondeu que não.
Partindo desse principio, acordamos que o assunto não seria mencionado na sua participação tendo em vista que as partes já teriam dado as suas versões e não faria mais sentido continuar a explorar tal fato, e seguiríamos com  outra pauta.
Ao abrirmos o microfone para o senhor João, que iniciou seu pronunciamento tratando do assunto já expirado. Mesmo sob meu protesto, insistiu em continuar e dar conotação politica partidária ao fato de forma parcial, o que me fez determinar o desligamento do seu microfone em virtude da sua  quebra  de  acordo, autonomia essa que tenho como condutor do programa, e não abro mão. 
O fato gerou a evidente revolta por parte do Senhor João que passou a cobrar de forma autoritária espaço para falar.  
Com minha a repulsa, a discussão ficou acalorada, todavia sem maiores consequência, apenas gesticulações e alterações de vozes da parte dele, e minha, e, apesar de aparecer de dedo em riste, não houve agressões verbais, ou ameaças, apenas a negativa de participação do mesmo no programa o que pode ser comprovado pelos presentes em estúdio.
Quanto ao suposto gesto obsceno, não procede, e pode ser constatado de forma minuciosa que no vídeo veiculado.
Por fim, lastimo que tal ocorrido tenha sido gerado pela atitude autoritária do meu acusador que  encontra-se  a serviço de algumas  figuras do governo local com a  finalidade de desestruturar um trabalho sério que  realizamos a mais  de três anos na Nova 87, todavia, esse  não é motivo para desânimo de nossa parte, pois continuaremos imprimindo a mesma  marca do bom jornalismo.
Quanto às acusações levianas atribuídas, haveremos de tomar as  devidas providências no foro competente.
“Os cães ladram e a caravana passa…
Batista  de Andrade
Radialista

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